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Mais de meio milhão de pessoas já assinaram abaixo-assinado contra Porta dos Fundos

O abaixo-assinado pede o "impedimento do filme de Natal da Netflix

Por Campos em 11/12/2019 às 21:17:43
O abaixo-assinado pede o

O abaixo-assinado pede o "impedimento do filme de Natal da Netflix

Já passa de meio milhão de pessoas o abaixo-assinado online promovido por cristãos contra o Porta dos Fundos, devido a um filme altamente ofensivo criado para a Netflix, onde Jesus Cristo aparece sugestivamente em uma relação homossexual.

Até o fechamento da matéria já haviam assinado o manifesto 583.531 pessoas, além de milhares de comentários pedindo Justiça contra o vilipêndio a fé e o escárnio aos cristãos promovido pelo grupo.


A produção gerou insatisfação entre políticos, líderes cristãos, personalidades e conservadores, que consideraram que o humorístico promoveu um ataque contra a crença, o que se caracteriza como crime.

Em uma das cenas do filme, Jesus é surpreendido com uma festa de aniversário de 30 anos, quando em certa altura Maria e José lhe revelam que ele é adotado e seu verdadeiro pai é Deus, usando um tom sarcástico.


Imagens do filme


Católicos e evangélicos reclamaram do nível de ataque promovido pelo grupo contra o cristianismo, chegando até a promoverem o pedido de cancelamento de assinaturas da Netflix.

No site da Coalizão pelo Evangelho, o pastor Joel Theodoro, da Igreja Presbiteriana do Bairro Imperial no Rio de Janeiro, escreveu que cancelou sua assinatura da Netflix.


Famosos por zombarem da fé cristã, o grupo foi longe de mais na edição "de Natal" deste ano, colocando Jesus como homossexual e os discípulos como bêbados que perdem a última ceia por estarem com ressaca.

O teólogo Joel Theodoro usou suas redes sociais para informar que cancelou sua assinatura da Netflix por entender que, ao patrocinar a produção do Porta dos Fundos, a empresa endossa a mensagem que fere a crença da maioria dos brasileiros.

"Ao passarem de alocadores a produtores ou coprodutores de vídeos que zombam claramente da fé alheia, especialmente de Cristo, os serviços deixaram de ser compatíveis comigo e minha casa, uma vez que entendo que a verba mensal que pago representa parte da verba utilizada nesse projeto. Um cristão passaria, então, de cliente com reservas a patrocinador da desfaçatez com que trataram a fé cristã", escreveu Theodoro no site Voltemos ao Evangelho.



Fonte: Gospelprime

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